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O ESPIÃO QUE SABIA DEMAIS (Tinker Tailor Soldier Spy)

Reino Unido, 2011 – 127 min

Diretor: Thomas Alfredson

Roteiro: Bridget O’Connor, Peter Straughan

Elenco: Gary Oldman, John Hurt, Toby Jones, Colin Firth, Benedict Cumberbatch, Tom Hardy, Mark Strong

Filmes de espionagem são em última instância sobre lealdade. Em quem você vai acreditar? Quem pode ser o traidor? O Espião que Sabia Demais (Tinker Tailor Soldier Spy, 2011) enfrenta o dilema da confiança em cada cena. Esta é a principal preocupação dos agentes arriscando suas vidas em perigosas operações de campo. Durante algum tempo, thrillers de espionagem têm sido dominado por um agente: Bond. O agente a serviço da Rainha possui em seu arsenal artigos de alta octanagem, perseguições, acrobacias que desafiam a morte, além de lindas mulheres. Embora seja inquestionável que o super espião criado por Ian Fleming seja mais atraente aos olhos do espectador, está na arte do sangue frio e discrição a verdadeira arma da espionagem.

Baseado no romance de John Le Carré, o filme possui uma narrativa densa, mas possui uma complexidade honesta e sutil, num mundo onde a espionagem é impiedosa e a confiança é uma ilusão, e nada é remotamente o que parece. E, embora possua um ritmo lento e passivo, os fatos e ações se sucedem de forma ágil e natural, muita coisa acontece, mas muito pouco envolve alguma explosão.

Filmes de espionagem são em última instância sobre lealdade. Em quem você vai acreditar? Quem pode ser o traidor? O Espião que Sabia Demais (Tinker Tailor Soldier Spy, 2011) enfrenta o dilema da confiança em cada cena. Esta é a principal preocupação dos agentes arriscando suas vidas em perigosas operações de campo. Durante algum tempo, thrillers de espionagem têm sido dominado por um agente: Bond. O agente a serviço da Rainha possui em seu arsenal artigos de alta octanagem, perseguições, acrobacias que desafiam a morte, além de lindas mulheres. Embora seja inquestionável que o super espião criado por Ian Fleming seja mais atraente aos olhos do espectador, está na arte do sangue frio e discrição a verdadeira arma da espionagem.

Baseado no romance de John Le Carré, o filme possui uma narrativa densa, mas possui uma complexidade honesta e sutil, num mundo onde a espionagem é impiedosa e a confiança é uma ilusão, e nada é remotamente o que parece. E, embora possua um ritmo lento e passivo, os fatos e ações se sucedem de forma ágil e natural, muita coisa acontece, mas muito pouco envolve alguma explosão.

Filmes de espionagem são em última instância sobre lealdade. Em quem você vai acreditar? Quem pode ser o traidor? O Espião que Sabia Demais (Tinker Tailor Soldier Spy, 2011) enfrenta o dilema da confiança em cada cena. Esta é a principal preocupação dos agentes arriscando suas vidas em perigosas operações de campo. Durante algum tempo, thrillers de espionagem têm sido dominado por um agente: Bond. O agente a serviço da Rainha possui em seu arsenal artigos de alta octanagem, perseguições, acrobacias que desafiam a morte, além de lindas mulheres. Embora seja inquestionável que o super espião criado por Ian Fleming seja mais atraente aos olhos do espectador, está na arte do sangue frio e discrição a verdadeira arma da espionagem.

Baseado no romance de John Le Carré, o filme possui uma narrativa densa, mas possui uma complexidade honesta e sutil, num mundo onde a espionagem é impiedosa e a confiança é uma ilusão, e nada é remotamente o que parece. E, embora possua um ritmo lento e passivo, os fatos e ações se sucedem de forma ágil e natural, muita coisa acontece, mas muito pouco envolve alguma explosão.

Colin Firth, por sua vez, não tem problemas para adotar um papel de apoio. Junto com respeitados atores como Ciaran Hinds, Toby Jones e David Dencik, ele abraça as nuances do “é-ele-ou-não-é-ele” com facilidade. John Hurt, que estava considerado para o papel de Smiley, é Control, e, apesar de ser morto antes de os créditos de abertura terem terminado, ele consegue uma boa quantidade de tempo na tela através de flashbacks. Mark Strong, como agente Jim Prideaux, e Tom Hardy, como Ricki Tarr, aproveitam ao máximo de suas limitadas aparições. Nenhum deles comanda a tela como fizeram em outros filmes, mas estão silenciosamente competentes.

O Espião que Sabia Demais provavelmente terá melhor recepção para o público do cinema de arte, que apresenta uma maior disposição para abraçar filmes que requerem paciência e concentração. Se houvesse ausência de qualidade faria com que o filme parecesse uma experiência um tanto árida e impenetrável. Para aqueles que apreciam a boa e complicada trama que caracteriza os mundos labirínticos de Le Carré, o longa fornecerá um lembrete de satisfação de que os filmes não precisam ser cheios de ação para serem emocionantes, e que é melhor para um roteiro errar por ser demasiado complexo, do que por ser burro demais.